POP-BLD-151 · NCRP Report No. 151

Cálculo de blindagem de fótons em radioterapia

Procedimento operacional · minuta técnica orientativa, versão 0.2. Etapas, responsabilidades, conferência e memória de cálculo.

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01. Introdução

Este POP organiza a execução e a revisão do método de cálculo de blindagem em radioterapia, com base no NCRP Report No. 151. Foi estruturado para documentar as premissas e tornar a conferência do cálculo rastreável.

Minuta técnica orientativa · versão 0.2. Documento autoral do guia, elaborado para adaptação. Não é POP oficial do NCRP, da AAPM, da SES/RS ou de um serviço. Sua aplicação institucional depende de revisão técnica, adequação ao serviço e aprovação registrada.
Identificação da minuta
Campo Situação desta versão
Código editorial POP-BLD-151
Versão / elaboração editorial 0.2 · 31/10/2026
Elaboração Conteúdo autoral do Inspector Sanitatis, baseado nas referências identificadas.
Revisão técnica Pendente de identificação e revisão por profissional habilitado.
Aprovação / vigência Não aprovadas; a definir pelo serviço após validação e controle documental.
Vínculo operacional Calculadora de Radioterapia · registrar na memória a versão do módulo efetivamente utilizada.

02. Objetivos

Padronizar o cálculo e a revisão das contribuições fotônicas primária, de fuga e de espalhamento pelo paciente em barreiras homogêneas de concreto, segundo o NCRP 151.

03. Campo de aplicação

O módulo associado utiliza concreto de 2,35 g/cm³. Oferece primária e fuga para 6, 10 e 18 MV e Co-60; espalhamento nos ângulos cadastrados para 6, 10 e 18 MV. Cada componente mantém os TVLs correspondentes à energia e ao mecanismo de exposição.

Escopo parcial: não dimensiona nêutrons, gama de captura, portas, labirintos, dutos, barreiras laminadas ou braquiterapia. Para energias acima de 10 MV, classificar expressamente a memória como avaliação fotônica parcial e encaminhar as demais componentes para cálculo específico antes de qualquer conclusão global.

A responsabilidade e os limites do modelo devem permanecer identificados na emissão da memória, inclusive quando houver avaliações complementares.

04. Documentos de referência

NCRP. Structural Shielding Design and Evaluation for Megavoltage X- and Gamma-Ray Radiotherapy Facilities. Report No. 151, 2005. Cópia PDF fornecida pelo usuário.

  • Seções 2.2/2.3, equações 2.1–2.4 e 2.7–2.8: páginas 22–34 (PDF 33–45).
  • Tabela B.2, TVLs primários: página 161 (PDF 172).
  • Tabelas B.4 e B.5a, frações e TVLs de espalhamento: páginas 163–164 (PDF 174–175).
  • Tabela B.7, TVLs de fuga: página 167 (PDF 178).
  • Seção 3.2.2: carga de fuga em IMRT; seção 2.4: labirintos, portas e alta energia.

Referência no catálogo do NCRP ↗

Texto operacional autoral, organizado a partir dos métodos já documentados no guia e dos relatórios fornecidos. Consulte as edições identificadas e suas correções ao adaptar o POP. O vínculo ao relatório não representa autoria ou aprovação deste POP por suas entidades editoras.

05. Siglas e abreviaturas

Siglas empregadas neste procedimento
Sigla Significado
POP Procedimento Operacional Padrão
VISA Vigilância Sanitária
NCRP National Council on Radiation Protection and Measurements
AAPM American Association of Physicists in Medicine
TVL Camada decimorredutora
IMRT Radioterapia de intensidade modulada
VMAT Arcoterapia volumétrica modulada
QA Garantia da qualidade
MV Megavoltagem nominal do feixe
WL Carga semanal de fuga

06. Definições

Barreira homogênea
Barreira representada por um único material e sua curva de transmissão. A equivalência entre materiais não é presumida.
Ponto protegido
Local de ocupação para o qual se avaliam as contribuições, com distância e geometria identificadas.
Meta de projeto P
Valor semanal adotado para a grandeza explicitada no método, cuja justificativa e referência devem ser registradas.
Fator de ocupação T
Fração de ocupação pertinente ao indivíduo avaliado no ponto protegido.
Transmissão B
Fração da contribuição que atravessa a espessura do material, segundo a curva e o espectro utilizados.
Memória de cálculo
Registro das entradas, fontes, unidades, hipóteses, cálculos, verificações e limitações de um cenário.
TVL₁ e TVLₑ
Primeira camada decimorredutora e camada de equilíbrio, usadas para descrever a transmissão de cada componente fotônica.

07. Responsabilidades

Papéis a designar pelo serviço
Responsável Atribuições e evidências
Profissional habilitado pelo projeto Definir a aplicabilidade, critérios, hipóteses, fontes e cálculos; identificar limitações e assinar a documentação sob sua responsabilidade.
Equipe do serviço / responsável pelos dados Disponibilizar plantas, rotinas, cargas, protocolos, mapas do fabricante e alterações previstas; confirmar a representatividade dos dados.
Revisor técnico designado Conferir independentemente unidades, geometria, fontes e soma transmitida; registrar identificação, data e pendências da revisão.
Responsável pela execução construtiva Executar a especificação aprovada; registrar materiais, densidade/espessura quando pertinentes, continuidade, juntas e alterações de obra.
Gestão documental do serviço Controlar aprovação, versão vigente, registros e revisão; impedir uso inadvertido de versões substituídas.

08. Procedimento

8.1 Preparação e dados de entrada

  1. Receber a solicitação e identificar projeto, serviço, equipamento e versão da planta. Registrar se o trabalho corresponde a instalação nova, alteração ou verificação.
  2. Levantar medidas, alturas e ocupação dos pontos protegidos. Identificar o indivíduo mais exposto e mudanças previsíveis de uso.
  3. Reunir relatórios de referência, dados técnicos, protocolos, histórico de carga e informações construtivas. Registrar fonte, edição, tabela/linha e data de cada dado.
  4. Antes de executar, confirmar que os dados necessários abaixo estão disponíveis. Havendo lacuna que altere o resultado, registrar a pendência e não inventar um valor para encerrar a memória.
Dados mínimos por contribuição e ponto protegido
Parâmetro Unidade Como obter / conferir
P / T µSv/semana / adimensional Dose equivalente semanal e ocupação, com referência e justificativa.
W / WL Gy/semana a 1 m do alvo Carga primária/espalhada e carga de fuga; normalizar distâncias e incluir QA e modulação pertinentes.
U / fL adimensional U apenas na primária; fração de fuga fL (referência 0,001=0,1 %0{,}001=0{,}1\,\%) com premissa documentada.
dpri / dL / dsca / dsec m Alvo–ponto; origem de fuga–ponto; alvo–paciente; paciente–ponto, respectivamente.
a / F / ângulo adimensional / cm² / graus a da tabela B.4; F conforme o formalismo, referenciado a 1 m; ângulo coerente com o ponto.
TVL₁ / TVLₑ cm Primeira e de equilíbrio: tabelas B.2, B.5a e B.7, conforme a componente.
xexistente / incremento cm de concreto Espessura efetiva comprovada e incremento de arredondamento para cima.

8.2 Execução do cálculo

Executar as etapas na ordem e manter o registro indicado. Repetir para cada ponto protegido; não confundir o atendimento de um ponto com a adequação de toda a instalação.

  1. Delimitar o cenário e as exclusões

    Inventariar energias, posições do cabeçote, técnicas, geometria da sala e pontos protegidos. Identificar barreiras primárias, secundárias, labirinto, porta e penetrações. Marcar os caminhos não representados por uma barreira homogênea em linha direta.

    Registro esperado: Planta e matriz de cenários, com escopo implementado e cálculos complementares necessários.

  2. Definir P e T

    Registrar P em µSv/semana e ocupação individual T. Para aplicar as equações diretamente com W em Gy/semana, converter P para Sv/semana. A interface faz essa conversão ao multiplicar as contribuições fotônicas por 10⁶. Não confundir a meta semanal com taxa instantânea ou com dose prescrita ao paciente.

    Registro esperado: Critério adotado, unidades e justificativa de ocupação.

  3. Normalizar W e WL

    Obter a dose semanal a 1 m do alvo. Quando os dados estiverem no isocentro de outra distância, normalizar sob a geometria pertinente antes da entrada. Separar W para primária/espalhamento de WL para fuga, incluindo os efeitos de IMRT/VMAT, unidades monitoras e QA. Documentar a transformação, sem aplicar um fator de modulação indiscriminadamente a todas as parcelas.

    Registro esperado: Memória da carga a 1 m, fatores de técnica e WL documentado.

  4. Calcular a primária

    Usar Hpri(0)=WUdpri2H_{\mathrm{pri}}(0)=\frac{W U}{d_{\mathrm{pri}}^2} antes de T e da transmissão, em unidade equivalente de fótons. Selecionar TVL₁/TVLₑ da tabela B.2 para energia e concreto. Conferir o fator U dirigido à barreira e suas dimensões em análise própria; a ferramenta não calcula sua largura.

    Registro esperado: W, U, dpri, energia e TVLs primários.

  5. Calcular a fuga

    Usar HL(0)=fLWLdL2H_L(0)=\frac{f_L W_L}{d_L^2}. Justificar fL e a origem de dL; a distância ao isocentro só representa adequadamente condições compatíveis de rotação. Se houver posicionamento desfavorável dominante, considerar o cabeçote mais próximo e o cenário correspondente. Usar TVLs da tabela B.7, sem aplicar U da primária.

    Registro esperado: WL, fL, geometria de fuga e TVLs de fuga.

  6. Calcular o espalhamento pelo paciente

    Obter a da tabela B.4 para a energia/ângulo e aplicar Hps(0)=aWdsca2dsec2F400H_{\mathrm{ps}}(0)=\frac{a W}{d_{\mathrm{sca}}^2d_{\mathrm{sec}}^2}\frac{F}{400}. Verificar F em cm² conforme a referência de 1 m do formalismo. Selecionar TVL da tabela B.5a para o mesmo ângulo/energia. O módulo usa U=1U=1 nesta parcela e não interpola ângulos automaticamente.

    Registro esperado: W, a, F, dsca, dsec, ângulo e TVL de espalhamento.

  7. Aplicar a transmissão e resolver a soma

    Para t ≥ TVL₁, usar B=10−1−(t−TVL1)/TVLeB=10^{-1-(t-\mathrm{TVL}_1)/\mathrm{TVL}_e}. Manter uma curva por componente e exigir T∑iHi(0)Bi(t)≤PT\sum_i H_i(0)B_i(t)\leq P. O módulo resolve a soma numericamente, em vez de conceder P integralmente a cada fonte. Para 0 < t < TVL₁, a interpolação log-linear do módulo é aproximação: conferir curva específica antes de dimensionar nesse trecho.

    Registro esperado: Parcelas transmitidas, trecho da curva utilizado e indicação de eventual aproximação.

  8. Arredondar e verificar o concreto existente

    Arredondar para cima no incremento definido em cm e recalcular a soma. Conferir a densidade e espessura efetivas do concreto, a continuidade e as condições executivas. Não transferir automaticamente o resultado para chumbo, aço ou barreira laminada.

    Registro esperado: Espessura contínua, arredondada e verificação construtiva do material.

  9. Encaminhar alta energia e caminhos especiais

    Para >10 MV, registrar as pendências de nêutrons e gama de captura. Aplicar os métodos apropriados das seções 2.2.3/2.4 às barreiras laminadas, portas, labirintos e dutos. Não representar um labirinto por uma distância direta. Não declarar adequação global enquanto as parcelas relevantes estiverem pendentes.

    Registro esperado: Lista de cálculos complementares e parecer de revisão do escopo.

  10. Concluir a revisão técnica

    Verificar independentemente as unidades, cargas e tabelas. Avaliar também as condições de maior hora, taxas de dose e protocolos de levantamento radiométrico pertinentes. A memória fotônica é uma parte do projeto e deve manter seu título e limitações na emissão.

    Registro esperado: Memória de fótons revisada e documentação do projeto completo quando aplicável.

8.3 Equações e unidades

Bpri=Pdpri2WUTB_{\mathrm{pri}}=\frac{P d_{\mathrm{pri}}^2}{W U T}
BL=PdL2fLWLTB_L=\frac{P d_L^2}{f_L W_L T}
Bps=Pdsca2dsec2aWT 400FB_{\mathrm{ps}}=\frac{P d_{\mathrm{sca}}^2 d_{\mathrm{sec}}^2}{a W T}\,\frac{400}{F}
n=−log⁡10Bn=-\log_{10}B
t=TVL1+(n−1)TVLe,n≥1t=\mathrm{TVL}_1+(n-1)\mathrm{TVL}_e,\qquad n\geq1
B(t)=10−1−t−TVL1TVLe,t≥TVL1B(t)=10^{-1-\frac{t-\mathrm{TVL}_1}{\mathrm{TVL}_e}},\qquad t\geq\mathrm{TVL}_1
Hocupado(t)=T∑iHi(0)Bi(t)≤PH_{\mathrm{ocupado}}(t)=T\sum_i H_i(0)B_i(t)\leq P

Nas três primeiras equações, use P em Sv/semana quando W está em Gy/semana; para os fótons considera-se fator de qualidade unitário. Na interface, P está em µSv/semana e o programa aplica o fator 10⁶ às contribuições derivadas de W.

TVL₁ é a primeira camada decimorredutora, e TVLₑ a de equilíbrio, ambas em cm. Para 0<t<TVL10<t<\mathrm{TVL}_1, o programa usa a aproximação log-linear B=10−t/TVL1B=10^{-t/\mathrm{TVL}_1}; esse intervalo não é a equação 2.4 do relatório. Quando a solução estiver nesse trecho, a memória destaca que é necessário conferir a curva de transmissão antes de dimensionar. No espalhamento em concreto, a tabela B.5a fornece um TVL único para a energia/ângulo, usado nas duas posições.

Contribuições múltiplas

O relatório descreve a regra de duas fontes na seção 2.3. Aqui, a soma explícita usa as curvas de cada componente e resolve o limite por bisseção. A fuga costuma ter energia efetiva maior do que o espalhamento, portanto os dois TVLs não devem ser intercambiados. Para várias energias, inclua contribuições separadas.

8.4 Conferência e critérios de aceitação

Conferência independente

O revisor deve verificar uma contribuição por cálculo independente, conferir a ordem de grandeza e examinar a soma completa. Alterar uma entrada da calculadora exige gerar nova memória; não reutilizar um resultado anterior ou um arquivo exportado como se tivesse sido atualizado.

  • W e WL estão normalizados a 1 m, em Gy/semana?
  • P em µSv/semana foi compatibilizado com as equações?
  • Fuga usa WL e TVLs próprios, sem U da primária?
  • Espalhamento usa a, F, ângulo e distâncias coerentes?
  • TVLs primários, de fuga e de espalhamento não foram intercambiados?
  • Aproximação abaixo da primeira TVL foi identificada e revisada?
  • Alta energia e caminhos especiais estão explicitamente pendentes ou cobertos por avaliação complementar?
  • A soma fotônica após arredondamento atende a P?

Critério numérico e conclusão

A soma das contribuições transmitidas no ponto, ponderadas por T e avaliadas com a espessura arredondada para cima, deve ser menor ou igual a P. Esse atendimento é restrito às hipóteses e às componentes calculadas. A revisão só deve concluir o cenário quando fontes, geometria, unidades e interfaces relevantes estiverem identificadas; pendências de escopo precisam permanecer explícitas.

Se a ferramenta indicar espessura zero, conferir a origem dos dados e a inclusão de todas as fontes. Isso significa somente que o cenário informado atende ao limite sem blindagem adicional no modelo. Não concluir ausência de exposição ou dispensa automática de requisitos construtivos.

09. Desvios e ações necessárias

Conduta diante de inconsistências
Situação Conduta e retorno ao processo
Dose semanal disponível apenas no isocentro Normalizar a carga a 1 m com geometria documentada antes de inserir W/WL.
Aumento de unidades monitoras não considerado Recalcular WL para a rotina pertinente e revisar a componente de fuga.
Solução menor que a primeira TVL Identificar a aproximação do módulo e conferir a curva de transmissão específica.
Projeto de >10 MV sem avaliação de nêutrons/portas Emitir somente a memória fotônica parcial e encaminhar as lacunas; não concluir adequação global.
Concreto/material diferente do tabulado Caracterizar o material e utilizar dados adequados; não corrigir automaticamente por uma regra de densidade não validada.

Registrar o desvio, a fonte da correção, o responsável e a revisão da memória. Após qualquer correção, repetir a soma e a conferência do resultado. Não aumentar P nem diminuir T apenas para fazer uma espessura disponível atender.

10. Anexos

10.2 Registros e ficha de emissão

Emitir uma memória por ponto protegido, ou um documento com os pontos inequivocamente separados. Registrar:

  • Identificação do projeto, versão da planta, ponto, barreira, coordenadas/alturas pertinentes, data e responsáveis.
  • Meta P, ocupação T, justificativas, unidades e critérios adotados.
  • W, WL, normalização a 1 m, energias, U, fL, a, F, ângulos, distâncias por componente, TVLs, densidade do concreto e relação de avaliações complementares.
  • Espessura contínua, incremento, espessura arredondada, parcelas transmitidas, soma, comparação com P e análise da barreira existente.
  • Exclusões, aproximações, incertezas relevantes, condições de validade e avaliações complementares.
  • Identificação da calculadora, versão do módulo, arquivo JSON e impressão/PDF gerados a partir das mesmas entradas revisadas.
  • Revisão técnica, pendências, decisão documentada e vínculos com especificações construtivas e plano de verificação pós-instalação.

Guardar os registros no sistema documental adotado pelo serviço, conforme seus requisitos aplicáveis. A página não determina um prazo legal de guarda. Não inserir dados identificáveis de pacientes nos exemplos ou na calculadora.

Ficha para preenchimento no registro do serviço
Registro Identificação / evidência a vincular
Projeto / planta / ponto protegido
Memória / arquivo / versão do módulo
Elaborador / data
Revisor / data / pendências
Aprovação institucional / vigência
Verificação da execução / levantamento radiométrico

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10.2 Exemplo de conferência

Caso didático para conferir as equações, não um projeto de sala: apenas primária de 6 MV, W=400W=400 Gy/semana a 1 m, U=0,25U=0{,}25, dpri=5d_{\mathrm{pri}}=5 m, T=1T=1 e P=40 μSv/semana=4×10−5 Sv/semanaP=40\,\mathrm{\mu Sv/semana}=4\times10^{-5}\,\mathrm{Sv/semana}.

Hpri(0)=4 Gy/semanaH_{\mathrm{pri}}(0)=4\,\mathrm{Gy/semana}, equivalente a 4 × 10⁶ µSv/semana para os fótons deste formalismo. B=10−5B=10^{-5}; n=5n=5. Para concreto, TVL1=37\mathrm{TVL}_1=37 cm e TVLe=33\mathrm{TVL}_e=33 cm: t=37+(5−1)×33=169 cmt=37+(5-1)\times33=169\,\mathrm{cm}. A contribuição transmitida é 40 µSv/semana. Qualquer fuga/espalhamento adicional exige nova soma e pode aumentar a espessura.

11. Histórico

Histórico editorial
Versão / data Alteração Estado
0.1 · 31/10/2026 Criação da minuta e vínculo com a calculadora. Minuta para adaptação.
0.2 · 31/10/2026 Estrutura comum de onze seções, novo visual de etapas e equações em LaTeX. Revisão técnica e aprovação institucional pendentes.

Gatilhos de revisão: Energia, técnica, unidades monitoras, QA, carga, equipamento, rotação, posições de tratamento, geometria de sala/porta/labirinto, material ou ocupação. Revisar também quando forem identificadas correções das referências, falhas de cálculo ou alterações do módulo utilizado. A periodicidade ordinária deve ser definida pelo serviço, sem apresentar uma frequência editorial como obrigação normativa.

Após revisão, registrar a versão substituída, as alterações, os revisores, a aprovação e a vigência. Preservar as memórias anteriores com suas respectivas hipóteses e versões, sem sobrescrevê-las como se fossem o mesmo cálculo.

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